CONVITE PARA O CURSO SABER 2019 – BELO HORIZONTE


Estamos convidando tod@s para a realização do curso “Saber para Cuidar: Doença Falciforme na Escola - O Programa Saúde na Escola como uma Estratégia de Articulação entre Saúde e Educação”. 

Este curso foi proposto a partir da articulação entre o Ministério da Saúde (MS) – por meio do Departamento de Apoio à Gestão Participativa, Controle Social, representado pela Federação Nacional das Associações de Pessoas com Doenças Falciformes (FENAFAL) e o Centro de Educação e Apoio para Hemoglobinopatias de Minas Gerais (Cehmob/MG) – este último, uma parceria entre o Núcleo de Ações e Pesquisa em Apoio Diagnóstico (Nupad) da Faculdade de Medicina da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e a Fundação Hemominas.

Trata-se de uma capacitação na modalidade de Educação à Distância (EaD) que visa fortalecer a capacidade técnica e política dos atores envolvidos no Programa Saúde na Escola (PSE) para promoção do cuidado e melhoraria na qualidade da atenção integral ao estudante com doença falciforme.

Serão 45 horas/aula de curso em ambiente virtual de aprendizagem (AVA) com o acompanhamento de tutores/as e monitoramento acadêmico para suporte e apoio aos cursistas.

Para participar do curso acesse o link:
https://www.nupad.medicina.ufmg.br/eventos/forms/login.aspx?Evento=40&Idioma=1&NumProcRegEveRec=+20190503100505

ATENÇÃO: Inscrições até: 08/07/2019

Estamos te aguardando.
Bons estudos!
Equipe do curso “Ressignificando a Doença Falciforme: a diversidade no contexto escola. Qualquer dificuldade entre em contato conosco pelos telefone para contato: (31) 3409- 8912/8913.

Informações complementares:
"Doença falciforme - Proveniente da África, a doença falciforme foi inserida no Brasil no período escravagista, sendo atualmente a condição genética de maior prevalência no país. Apresenta altas incidências nos estados da Bahia, Rio de Janeiro, Pernambuco, Maranhão e Minas Gerais, regiões que demandavam grande quantitativo de mão de obra escravizada. A doença falciforme acomete majoritariamente pessoas negras (95%), mas em decorrência do processo de miscigenação, pode ser diagnóstica também em pessoas não negras. A doença falciforme se caracteriza pela alteração do formato da hemácia e tem, como consequências, intercorrências graves que, somadas à sua invisibilidade e ao estigma social, resultam em impactos na morbimortalidade das pessoas com a patologia."

"Devido a alta incidência da doença falciforme na população negra, associada à situação generalizada de vulnerabilidade socioeconômica e da persistência do racismo institucional, mortes que poderiam ser prevenidas e evitadas continuam a acontecer."



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